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    <title>Rádio Vaticano - Clips-BRA</title>
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      <title>Nova Evangelização e "Evangelii Nuntiandi": anúncio do Evangelho aos não praticantes</title>
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      <description>00:06:00:00
Cidade do Vaticano (RV) - Amigo ouvinte, voltamos ao nosso encontro semanal reservado à nova evangelização, questão de primeira importância para a Igreja, chamada a responder aos inúmeros desafios pastorais que a ela se apresentam no alvorecer deste terceiro milênio.

De fato, como ressaltamos na edição passada, desafios esses contidos nos novos cenários: países antes cristãos que hoje parecem ter perdido essa sua profunda identidade moldada pelo cristianismo. Daí, a necessidade de uma nova evangelização.

Prosseguindo nossa revisitação à Evangelii Nuntiandi, Exortação Apostólica de 1975, do Papa Paulo VI, nos ativemos semana passada aos números 51 e 52, este último, que trata do anúncio ao mundo descristianizado. Anúncio que "se demonstra cada dia mais necessário, e isto por causa das situações de descristianização frequentes nos nossos dias, igualmente para multidões de homens que receberam o batismo, mas vivem fora de toda a vida cristã" – destacamos.

A este propósito, retomemos uma passagem da Exortação Apostólica Christifideles laici, na qual João Paulo II descreve, justamente, o contexto em que se faz necessária a nova evangelização como resposta, também, a tais desafios:

34. "Países inteiros e nações, onde a religião e a vida cristã foram em tempos tão prósperas e capazes de dar origem a comunidades de fé viva e operosa, encontram-se hoje sujeitos a dura prova, e, por vezes, até são radicalmente transformados pela contínua difusão do indiferentismo, do secularismo e do ateísmo. É o caso, em especial, dos países e das nações do chamado Primeiro Mundo, onde o bem-estar econômico e o consumismo, embora à mistura com tremendas situações de pobreza e de miséria, inspiram e permitem viver « como se Deus não existisse ». Ora, a indiferença religiosa e a total insignificância prática de Deus nos problemas, mesmo graves, da vida não são menos preocupantes e subversivos do que o ateísmo declarado. E também a fé cristã, mesmo sobrevivendo em algumas manifestações tradicionais e ritualistas, tende a desaparecer nos momentos mais significativos da existência, como são os momentos do nascer, do sofrer e do morrer. Daí que se levantem interrogações e enigmas tremendos, que, ao ficarem sem resposta, expõem o homem contemporâneo à desilusão desconfortante e à tentação de eliminar a mesma vida humana que levanta esses problemas.
Noutras regiões ou nações, porém, conservam-se bem vivas ainda tradições de piedade e de religiosidade popular cristã; mas, esse patrimônio moral e espiritual corre hoje o risco de esbater-se sob o impacto de múltiplos processos, entre os quais sobressaem a secularização e a difusão das seitas. Só uma nova evangelização poderá garantir o crescimento de uma fé límpida e profunda, capaz de converter tais tradições numa força de liberdade autêntica."

E saltamos para o nº 56 da Evangelii Nuntiandi, na qual o Papa Paulo VI fala, justamente, da categoria dos não praticantes – categoria esta a ser evangelizada – e do problema do abandono da prática religiosa:

Não praticantes

56. "Uma segunda esfera é a dos não praticantes: hoje em dia um bom número de batizados que, em larga medida, nunca renegaram formalmente o próprio batismo mas que se acham totalmente à margem do mesmo e que o não vivem. O fenômeno dos não praticantes é muito antigo na história do cristianismo e anda ligado a uma fraqueza natural, a uma incoerência profunda que nós, por nosso mal, trazemos no fundo de nós próprios. No entanto, nos tempos atuais, ele apresenta caraterísticas novas e explica-se freqüentemente pelos desenraizamentos típicos da nossa época. Ele nasce também do fato de os cristãos hoje viverem lado a lado com os não-crentes e de receberem constantemente o contra-choque da incredulidade. Além disso, os não praticantes contemporâneos, mais do que os de outras épocas, procuram explicar e justificar a própria posição em nome de uma religião interior, da autonomia ou da autenticidade pessoal (...)."

Abrimos aqui amigo ouvinte um parêntese para ressaltar que se propõe, neste caso, uma religião interior, separada de um contexto eclesial. Na realidade – observamos nós –, não há verdadeira interioridade sem uma exterioridade que manifeste a própria interioridade.

Mas vejamos como se conclui o nº 56: "Secularismo ateu e ausência de prática religiosa encontram-se entre os adultos e entre os jovens, nas elites e nas massas, em todos os setores culturais, no seio das antigas e das jovens Igrejas. A ação evangelizadora da Igreja, que não pode ignorar estes dois mundos nem ficar parada diante deles, tem de procurar constantemente os meios e a linguagem adequados para lhes propor a revelação de Deus e a fé em Jesus Cristo".

Amigo ouvinte, semana que vem tem mais, se Deus quiser. A você – como sempre – um grande abraço e até lá! (RL)</description>
      <author>webteam@vaticanradio.org</author>
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      <pubDate>Fri, 03 Feb 2012 18:55:24 GMT</pubDate>
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      <title>O Brasil na "Missão Continental": discípulos e missionários de Jesus Cristo, na esteira de Aparecida</title>
      <link>http://www.radiovaticana.org/BRA/articolo.asp?c=560270</link>
      <description>00:06:00:00
Cidade do Vaticano (RV) - Amigo ouvinte, voltamos ao nosso encontro semanal dedicado ao Brasil na "Missão Continental", na esteira de Aparecida. Neste espaço, temos procurado conhecer um pouco da tarefa pastoral oriunda da V Conferência Geral do Episcopado da América Latina e do Caribe, realizada em maio de 2007, cuja inauguração foi feita por Bento XVI.

Nesse sentido, após uma edição introdutória – em linhas gerais – recorremos à contribuição de alguns dos nossos pastores que nos enriqueceram com suas reflexões, observações, e relato dessa experiência na realidade concreta na qual se encontra.

De fato, da Conferência de Aparecida nasceu o mandato da missão continental, o desejo de realizar uma "Missão Continental que as Conferências Episcopais e cada diocese são chamadas a estudar e realizar, convocando para isso as forças vivas, de modo que, caminhando a partir de Cristo, busque-se sua face" – lê-se na Carta de Bento XVI ao Episcopado da América Latina e Caribe, de 29 de junho de 2007.

Na edição passada concluímos a participação do Arcebispo de Goiânia, Dom Washington Cruz, que nos trouxe um pouco da experiência da "Missão Continental" naquela Igreja particular, falando, a partir do que diz o Documento de Aparecida no nº 306, da paróquia como lugar de formação permanente.

Antes de prosseguirmos com a contribuição de nossos pastores, nesta edição queremos voltar nosso olhar para o que diz o Documento de Aparecida, na sua proposta de fazer com que – no contexto da Missão Continental – os fiéis, em virtude de seu batismo, sejam discípulos e missionários de Jesus Cristo.

Vejamos como – na introdução – a Conferência de Aparecida se apresenta e se propõe em seu texto conclusivo:

10. "Esta V Conferência se propõe "a grande tarefa de proteger e alimentar a fé do povo de Deus e recordar também aos fiéis deste Continente que, em virtude de seu batismo, são chamados a ser discípulos e missionários de Jesus Cristo". Com desafios e exigências, abre-se a passagem para um novo período da história, caracterizado pela desordem generalizada que se propaga por novas turbulências sociais e políticas, pela difusão de uma cultura distante e hostil à tradição cristã e pela emergência de variadas ofertas religiosas que tratam de responder, à sua maneira, à sede de Deus que nossos povos manifestam"."

Podemos destacar, da última passagem, o desafio representado para a Igreja pelo avanço das seitas que, muitas vezes, aproveitando-se da fé simples do povo, propagam uma espécie de "teologia da prosperidade", para dela tirar proveitos próprios.

11. "A Igreja é chamada a repensar profundamente e a relançar com fidelidade e audácia sua missão nas novas circunstâncias latino-americanas e mundiais. Ela não pode fechar-se frente àqueles que só vêem confusão, perigos e ameaças ou àqueles que pretendem cobrir a variedade e complexidade das situações com uma capa de ideologias gastas ou de agressões irresponsáveis. Trata-se de confirmar, renovar e revitalizar a novidade do Evangelho arraigada em nossa história, a partir de um encontro pessoal e comunitário com Jesus Cristo, que desperte discípulos e missionários. Isso não depende tanto de grandes programas e estruturas, mas de homens e mulheres novos que encarnem essa tradição e novidade, como discípulos de Jesus Cristo e missionários de seu Reino, protagonistas de uma vida nova para uma América Latina que deseja reconhecer-se com a luz e a força do Espírito."

É com esse intento que se propõe a "Missão Continental".

16. "Esta V Conferência Geral se celebra em continuidade com as outras quatro que a precederam no Rio de Janeiro, Medellín, Puebla e Santo Domingo. Com o mesmo espírito que as animou, os pastores querem dar agora novo impulso à evangelização, a fim de que estes povos sigam crescendo e amadurecendo em sua fé, para serem luz do mundo e testemunhas de Jesus Cristo com a própria vida."

E do número 16 passamos para o número 18, que conclui a introdução ao Documento de Aparecida com as seguintes palavras:

18. "Conhecer a Jesus Cristo pela fé é nossa alegria; segui-lo é uma graça, e transmitir este tesouro aos demais é uma tarefa que o Senhor nos confiou ao nos chamar e nos escolher. Com os olhos iluminados pela luz de Jesus Cristo ressuscitado, podemos e queremos contemplar o mundo, a história, os nossos povos da América Latina e do Caribe, e cada um de seus habitantes."

Amigo ouvinte, partindo dos pontos evidenciados na referida introdução desenvolveremos alguns aspectos em nossas próximas edições. Por hoje nosso tempo já acabou. A você um forte abraço e até a próxima semana, se Deus quiser! (RL)</description>
      <author>webteam@vaticanradio.org</author>
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      <pubDate>Fri, 03 Feb 2012 18:36:48 GMT</pubDate>
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      <title>Declaração de fome na Somália chega ao fim mas situação continua muito grave</title>
      <link>http://www.radiovaticana.org/BRA/articolo.asp?c=560169</link>
      <description>  00:01:36:07  
Cidade do Vaticano (RV) – A Organização das Nações Unidas declarou, nesta sexta-feira, o fim das condições de fome na Somália, mas advertiu que, devido à recorrência da seca no Chifre da África, a fome continua a ser uma ameaça, a menos sejam tomadas medidas a longo prazo para restaurar a segurança alimentar.

Um novo relatório da Análise de Segurança Alimentar e Nutricional (FSNAU), que é gerenciado pela Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), em parceria com a Rede Sistemas de Rede de Alerta Precoce (FEWS NET), e a Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID), aponta que o número de pessoas que necessitam de ajuda humanitária de emergência na Somália caiu de 4 milhões para cerca de 2 milhões e 340 mil pessoas – 31% da população.  No momento mais crítico da crise, 750 mil pessoas corriam perigo de morte.

O diretor da FAO, José Graziano da Silva, em visita à região somali de Dollow, destacou o potencial da área.

“Para mim está muito claro que se pudermos fornecer ferramentas e máquinas modernas esta área poderá se transformar numa das mais importantes áreas para a agricultura na Somália.

Graziano da Silva destacou que a FAO vai intensificar as suas atividades no Chifre da África, já que a agricultura é um fator decisivo para a paz e estabilidade da região.

“A FAO não pode prever as secas, elas acontecem, são inerentes à natureza. O que podemos fazer é evitar que a seca vire sinônimo de fome, esta que não é, necessariamente, uma consequência das secas”, reiterou.


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      <author>webteam@vaticanradio.org</author>
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      <pubDate>Fri, 03 Feb 2012 15:40:37 GMT</pubDate>
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      <title>Onu reitera compromisso com a Palestina</title>
      <link>http://www.radiovaticana.org/BRA/articolo.asp?c=559809</link>
      <description>  00:01:15:86  
Ramallah (RV) – O Secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, reafirmou nesta quarta-feira o compromisso da ONU com os palestinos e recordou que o Estado palestino deveria ter sido criado há muito tempo.

Durante uma visita aos territórios palestinos ocupados e Israel, Ban se reuniu na Cisjordânia com o presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mamoud Abbas, num encontro que qualificou como “muito produtivo”.

“Estou aqui hoje para mostrar o compromisso contínuo das Nações Unidas com os diretos legítimos do povo palestino e com sua aspiração em ter um Estado próprio e uma paz justa e duradoura”, declarou à imprensa no fim da reunião.

Ban destacou ainda a necessidade de se delinear um horizonte político que se mantenha rumo à criação do Estado palestino e coloque fim a ocupação israelense.

Neste sentido, Ban considerou que ambas as partes devem evitar provocações e deterem-se às obrigações segundo a Folha de Rota, o plano de paz elaborado pelo Quarteto Diplomático para o Oriente Médio que culmina com a convivência em condições de paz e segurança de dois Estados: Palestina e Israel.

Ban reiterou mais uma vez que os assentamentos israelenses violam as leis internacionais e impõem barreiras ao processo de paz.
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      <author>webteam@vaticanradio.org</author>
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      <pubDate>Thu, 02 Feb 2012 13:13:27 GMT</pubDate>
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      <title>Nova Evangelização e "Evangelii Nuntiandi": primeiro anúncio aos que estão longe e anúncio ao mundo descristianizado</title>
      <link>http://www.radiovaticana.org/BRA/articolo.asp?c=559677</link>
      <description>Cidade do Vaticano (RV) - Prosseguindo nosso espaço reservado à Nova Evangelização, nesta edição, com os números 51 e 52 damos sequência à nossa revisitação à "Evangelii Nuntiandi", Exortação Apostólica de 1975, do Papa Paulo VI: 00:05:00:00</description>
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      <pubDate>Wed, 01 Feb 2012 20:20:30 GMT</pubDate>
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      <title>A "Missão Continental" no contexto mais amplo da "Nova Evangelização"</title>
      <link>http://www.radiovaticana.org/BRA/articolo.asp?c=559676</link>
      <description>Cidade do Vaticano (RV) - Prosseguindo nossa abordagem sobre o Brasil na "Missão Continental", nesta edição continuamos com a participação do Arcebispo de Goiânia, Dom Washington Cruz, que nos diz, dentre outras coisas, como conjugar o mandato da "Missão Continental" para a América Latina e o Caribe com a urgência da "Nova Evangelização", buscando esse novo ardor missionário e evangelizador para a Igreja no mundo inteiro:  00:05:00:00</description>
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      <pubDate>Wed, 01 Feb 2012 20:07:43 GMT</pubDate>
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      <title>Memória Histórica: João Paulo II vai a Fátima agradecer intercessão de Nossa Senhora </title>
      <link>http://www.radiovaticana.org/BRA/articolo.asp?c=558863</link>
      <description>  00:06:18:74  
Cidade do Vaticano (RV) - Desde o primeiro instante em que assumiu a Cátedra de Pedro, João Paulo II confiou seu Pontificado a Nossa Senhora. Porém, a ligação com a Mãe de Jesus começou muito antes do papado. Ainda quando bispo, seu lema “Totus Tuus” indicava a forte devoção de Karol Wojtyla. Fé que o Papa renovava cada vez em que peregrinava a um santuário mariano. 

Esse é o Quadro Memória História, que hoje nos leva ao ano de 1982.

Estamos em Portugal. Em 13 de maio de 1982, João Paulo II visitava pela primeira vez como Papa o Santuário de Fátima, em forma de agradecimento pela sua própria vida, como lembrou.

“Venho hoje aqui, porque exatamente neste mesmo dia do mês, no ano passado, se dava, na Praça São Pedro, em Roma, o atentado contra a vida do Papa, que misteriosamente coincidia com o aniversário da primeira aparição em Fátima, a qual se verificou a 13 de Maio de 1917. Estas datas encontraram-se entre si de tal maneira, que me pareceu reconhecer nisso um chamamento especial para vir aqui. E eis que hoje aqui estou. Vim para agradecer à Divina Providência, neste lugar, que a Mãe de Deus parece ter escolhido de modo tão particular”.

O Papa então lembrou os mistérios de Fátima, que em 13 de maio de 1917 começaram a ressoar pelo mundo, até 13 de outubro daquele mesmo ano.

“Convertei-vos (fazei penitência), e acreditai na Boa Nova (Mc. 1, 15): são estas as primeiras palavras do Messias dirigidas à humanidade. E a mensagem de Fátima, no seu núcleo fundamental, é o chamamento à conversão e à penitência, como no Evangelho. Este chamamento foi feito nos inícios do século vinte e, portanto, foi dirigido, de um modo particular a este mesmo século. A Senhora da mensagem parecia ler, com uma perspicácia especial, os ‘sinais dos tempos’, os sinais do nosso tempo”. 

João Paulo II, durante sua homília no Santuário de Fátima, disseq que “consagrar o mundo ao Coração Imaculado de Maria” era o caminho para estar mais perto da Fonte da Vida.

“Consagrar o mundo ao Imaculado Coração da Mãe significa voltar de novo junto da Cruz do Filho. Mais quer dizer, ainda: consagrar este mundo ao Coração trespassado do Salvador, reconduzindo-o à própria fonte da Redenção. A Redenção é sempre maior do que o pecado do homem e do que ‘o pecado do mundo’. A força da Redenção supera infinitamente toda a espécie de mal, que está no homem e no mundo”.

Trinta anos atrás João Paulo II disse estar com o “coração amargurado” por ver os caminhos opostos que a humanidade seguia em relação ao apelo de Nossa Senhora de Fátima à penitência e à conversão.

“O pecado adquiriu assim um forte direito de cidadania e a negação de Deus difundiu-se nas ideologias, nas concepções e nos programas humanos!”

Um recado que pode estar no registrado no passado, mas que nos dias de hoje, continua muito atual.
(RB)
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      <author>webteam@vaticanradio.org</author>
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      <pubDate>Wed, 01 Feb 2012 12:31:51 GMT</pubDate>
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      <title>Emigração sul-americana: as mulheres em primeiro plano e as "cadeias globais de cuidados"</title>
      <link>http://www.radiovaticana.org/BRA/articolo.asp?c=559228</link>
      <description>  00:03:31:37  Cidade do Vaticano (RV) – A década de 90 marcou uma mudança nos destinos escolhidos pelos emigrantes latino-americanos. Como os controles migratórios nos Estados Unidos passaram a ser mais rígidos, surgiu na Europa o destino principal: a Espanha.

Alicia Maguid, colaboradora da Organização Internacional para as Migrações (OIM), é co-autora da pesquisa “Migrantes sul-americanos na Espanha: tendências e perfil dos protagonistas”. 

Em entrevista à Rádio ONU, ela fala sobre o impacto deste fenômeno especialmente para as mulheres migrantes e suas famílias.

Alicia Maguid diz que existem as consequências emocionais, afetivas que atingem as famílias já que, para a maioria, emigrar implica em separar-se da família.

Quando as mulheres emigram, muitas delas sobrevivem com tarefas de cuidados, no que se denominam “cadeias globais de cuidado”.

Maguid exemplifica isso ao dizer que elas fazem principalmente trabalhos domésticos, cuidando de crianças ou de idosos. E, por sua vez, deixam seus filhos a cuidados de outros. Existe uma transferência desse “cuidado” maior nos países em desenvolvimento e isso se vê claramente no caso dos emigrantes sul-americanos, sobretudo as mulheres que chegaram recentemente, de origem boliviana. Quase 70% delas executa esse tipo de tarefa de cuidados e quase 60% delas têm filhos menores de 15 anos nos países de origem que ficam aos cuidados de suas mães, irmãs, assim por diante. 

Essa é uma das facetas mais dolorosas da emigração que, segundo Maguid, se feminilizou.  

“No coletivo vemos que as mulheres são maioria, exceto entre os argentinos e uruguaios, onde há predominância masculina. Na realidade, a emigração se feminilizou sobretudo a partir de 2003. Com essa mudança, precisamos dar atenção ao papel cada vez mais ativo, na esfera econômica, das mulheres em seus países. Sem esquecer, por outro lado, do processo de reunificação dessas famílias”.

De acordo com a pesquisa, as famílias bolivianas são as que vivem uma situação de maior instabilidade e não têm num futuro próximo expectativa de uma real reunificação familiar. 
Diante dos efeitos da crise que atinge a Espanha, principal destino dos emigrantes sul-americanos, Maguid destaca que ainda é preciso saber qual é o impacto da crise no setor dos emigrantes, na possibilidade que retornem, o que vai acontecer com a mão de obra emigrante que antes complementava a mão de obra espanhola e que agora pode chegar a ser competitiva. 

A pesquisadora destacou ainda que foram criados planos de retorno, mas a adesão a eles não foi aquela esperada. Contudo, os efeitos da crise nos fluxos migratórios ainda estão sendo analisados.

“A partir de dados dos municípios espanhóis – já que muitos emigrantes se registram para ter acesso à saúde e educação dos filhos – o que vemos é que a chegada de emigrantes se estabilizou. Mas para termos certeza disso precisamos esperar pelos dados do censo espanhol de 2011. Assim, poderemos ter um parâmetro concreto ao comparar com os dados de 2001 e também avaliar os impactos da crise”, antecipou.

Dados que devem estar disponíveis ainda este ano.

(RB)</description>
      <author>webteam@vaticanradio.org</author>
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      <pubDate>Tue, 31 Jan 2012 16:16:39 GMT</pubDate>
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      <title>Conselho de Segurança deve apresentar resolução contra a Síria esta semana</title>
      <link>http://www.radiovaticana.org/BRA/articolo.asp?c=558884</link>
      <description>  00:01:23:90  
Roma (RV) – A resolução deve ser apresentada até o fim desta semana. O ataque contra civis tem sido uma constante nos últimos dez meses na Síria. Estimativas das Nações Unidas apontam que pelo menos 5 mil pessoas já foram mortas.

A Rússia, um dos membros permanentes do Conselho de Segurança, apresentou um esboço de uma resolução, que mais tarde foi rejeitado por outros quatro membros permanentes.

O embaixador da França nas Nações Unidas, Gérard Araud disse que os russos falharam ao atualizar o texto.

“Tivemos um texto russo na mesa. Uma clara maioria do Conselho manifestou-se a alterar profundamente este texto, e os russos não apresentaram mudanças nas últimas três semanas. Ao mesmo tempo, a Liga Árabe tomou novas decisões e, por isso, decidimos refletir a situação no texto apoiando a iniciativa da Liga Árabe em todos os seus aspectos. Ou seja, as quatro reivindicações principais: a presença dos observadores, a libertação dos prisioneiros políticos, o acesso da mídia e o papel das forças armadas nos centros das cidades, sem esquecer das propostas políticas da Liga Árabe ".

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      <author>webteam@vaticanradio.org</author>
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      <description>Cidade do Vaticano (RV) - Prosseguindo nossa abordagem sobre o Brasil na "Missão Continental", nesta edição continuamos com a participação do Arcebispo de Goiânia, Dom Washington Cruz, que ao tratar das paróquias como centros de irradiação missionária, nos fala das escolas de ministérios como lugar de formação para o Evangelho: 00:04:00:00</description>
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